Não cresce o homem
da mesma maneira como cresce uma flor: arraigado
em seu peito, destoa a liberdade
- essa palavra canora -,
e canta, atravessa seu dia de fúria ou dor.
Alegre, canta: pássaro ao chão,
pleno de si ou do outro, abriga a manhã
nos olhos, desatina a amar como criança, como menino
que se apega ao ar: de aço, faz sua casa.
Na atmosfera abstrata, o amor é erigido.
Redige no homem sua aflição, seu temor: corta-lhes as asas
e lhe ensina, verdadeiramente, a voar.
Marcelo,
esse blog ainda é seu? Se for de qualquer outra pessoa, peço inúmeras desculpas (:
(Agora, se for o Marcelo):
Não sei se você vai lembrar de mim, mas eu sou a Malu de muitos anos atrás, da vida e das poesias e contos e tudo o que dói. Ontem estava numa varanda tomando vinho e li um texto do Caio para uma amiga e me lembrei de você. Como está tudo?
Enfim, me escreve se quiser. (malurcidade@gmail.com)
Beijo grande (se não for o Marcelo, beijo pra você também!)
Olha, não sei da onde veio esse “jornadadasaudeufsc2010″ hahaha